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Arábia Saudita,
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Morte,
Cristãos
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A Arábia Saudita foi da segunda para a terceira posição na Classificação de Países por Perseguição. Isso não significa que a situação da liberdade religiosa no país tenha melhorado. O número menor de pontos foi causado pela ausência de relatos de cristãos assassinados ou agredidos. Houve só um caso de prisão: um pároco estrangeiro sentiu-se obrigado a abandonar o país depois de receber ameaças de morte, algumas da própria mutaween, a polícia religiosa saudita.
Não há liberdade religiosa existe no reino saudita, onde só se permite que cidadãos tenham uma religião: o islamismo. Não há garantias legais de liberdade religiosa. O sistema legal é baseado na sharia (lei Islâmica). A apostasia (converter-se a outra religião) é punível com morte se o acusado não se retratar.
Embora o governo reconheça o direito dos não muçulmanos de cultuar em particular, o culto público não muçulmano é proibido.
Os não muçulmanos que realizam tais atividades correm risco de serem detidos, açoitados, deportados e, às vezes, torturados. Ex-muçulmanos também correm risco de serem mortos pelos próprios parentes, para limpar o nome da família.
Com isso, a Missão Portas Abertas pede que as orações continuem pelos cristãos que vivem neste país.
Fonte: Portas Abertas
Data:
08/02/2010
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